terça-feira, 8 de novembro de 2016

O jogo da mente




Todos nós fazemos coisas daquelas que podíamos passar horas na mesma situação, enquanto outros não aguentariam nem um minuto sequer. Pode ser com um jogo, uma música, alguma conversa, alguma ação. Pense o que quiser. Parece que a nossa mente é viciada em fazer teses, elaborar planos, sonhar e enciumar.

Mas as teses. Essas sim, parecem entreter nossa mente de uma maneira um tanto quanto maluca. Suposições, achismos, pensamentos. Tudo é longínquo. É curioso, gostoso e perigoso. Bom quando ela se perde nos sonhos, nos faz apreciar um prazer que beira a divindade, deixa de ser carnal. É a pura energia, calma na alma que te faz feliz, bobo, ingênuo e feliz de novo. Depois, voltamos "numa boa", segue o jogo.

Ruim mesmo é quando fazemos desse jogo, algo corrosivo para os princípios das boas relações. Ansiedade, desconfiança, geralmente acontece quando nossa mente cai em ciúme. É um jogo doido, viciante, que nos destrói de maneira cruel e divina também, pois não é físico. Depois, não voltamos numa boa. O regresso para o estado normal é mais para fazer um "check-list" do que foi que nós mesmos destruímos. Aprendemos? Quase nunca. Repetimos? Quase sempre.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pode comentar, é de graça