terça-feira, 14 de abril de 2015

Poema do viver



Eu não me acho, eu me perco em cada verso simples, versos que prezo e que me cuido, por trazerem tantos sorrisos mútuos e julgamento de muitos.

A inspiração bate, abro o caderno, procuro uma folha vazia, expresso meu sentimento enquanto tudo que sinto é o cheiro, é o cheiro de tinta preta da minha caneta, e quando começo não paro, e isso é raro.

Como eu já dizia, na ausência da sabedoria, o silêncio é de minha autoria, e eu faço e me refaço, com cada poema, com cada frase, com cada admiração, com cada crítica, afinal sem desafios não seria de fato uma vida.

E quem disse que barreiras eram pra impedir, esqueceu de avisar, to aqui com o pensamento, de que são pra derrubar, pra me fortalecer, pra nunca me deixar esquecer o que eu sou e o que eu quero ser, meu simples objetivo de nascer e viver, mas uma coisa é certa, não foi para agradar você.

E se por acaso meu jeito de viver incômoda você, não espere eu dizer, você já sabe o caminho... Vá se foder! 



André Poeta 

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