sexta-feira, 6 de março de 2015

Mulheres machistas: Amém feminismo!



Santo machismo! Quanta honra tenho de fazer parte desse grupo patogênico que gerou o que hoje, denominamos "feminismo". Ora, tanto se lutou para que as mulheres pudessem ter espaço merecidamente conquistado que se tem hoje não é mesmo?

Ah, mulheres! Sempre mulheres! Foi assim com Eva. "Tudo culpa da Eva", não é mesmo Adão maldito? A culpa foi sua também carambolas! Claro, a má da serpente ofereceu a ela, e você Adão, aceitou de Eva o tal do fruto. Portanto homens, contentem-se em saber, que sempre serão submissos a nós e o nosso poder de persuasão ultrapassa séculos.

Provavelmente, a essa altura, pode parecer que esse texto que nessa madrugada redijo, esteja sem nexo algum. Esse é o objetivo. Ora, que bobagem essa patética divisão entre os sexos. Se na hora do próprio, tudo se mistura. Fato é que isso já tem se tornado ridículo. Ao que me parece esse tão chamado "democrático século XXI", a todo momento te induz a tomar um partido: ou você é ateu, ou você é protestante, ou é machista ou é feminista, ou torce para o Barcelona ou para o Real Madri, ou é capitalista ou não é capitalista. E se não for, nenhuma dessas coisas, você é considerado sem cultura. Mas que droga! Será possível que posso não ser? Mesmo que eu seja algo, mesmo não sendo nada, isso não significa que tenho que ter uma opinião fixa. Você não é o mesmo de dez anos atrás. Muitas coisas mudaram dentro de si. E nem precisamos chegar há uma década não. 

Coisas que você fez antes de ontem por exemplo, talvez você não as faria hoje. A cabeça muda, o mundo muda. No entanto, não quer dizer que não se haja arrependimentos... 

Talvez, eu me arrependa de publicar esse texto... Mas enfim, sem rodeios, cheguemos a teoria. Te-o-ri-a (não aplicá-la, não me denomina hipócrita por isso).

Fiel leitor: nos séculos passados, a figura da mulher não passava de sinônimo de panela, sexo e reprodução. Eu não acho que isso tenha mudado muito. A mulher é sim sinônimo de ambas as coisas. A grande diferença, é que hoje, ela trabalha, ela se sustenta e sustenta ATIVAMENTE o homem. 

Outra questão básica, a mulher apanha de muitos deles, não só maridos, companheiros, mas também dos FILHOS (independente do sexo).

Essa questão de gênero, é algo extremamente complexo. A mulher tem que se aceitar como vulnerável, porque ela é! Uai, se não fosse assim, também existiria "delegacia exclusiva de homem". Mulheres são lindas, belas e fortes, além de tudo, extremamente inteligentes para saber que os homens têm mais força física que nós, portanto precisamos de atenção especial. Eles também possuem qualidades que se unidas as nossas, se tornam melhores. Mas admitamos: somos o sexo frágil. Sensíveis demais para tudo...Isso não significa que somos fracas, muito pelo contrário. Cozinhamos, limpamos, costuramos, lavamos, trabalhamos, menstruamos, sentimos e damos prazer, geramos filhos e ainda temos tempo para nos arrumar e fazemos boa parte dessas coisas de salto.

Todavia, seria hipocrisia da nossa parte, não aceitarmos que os homens têm certas vantagens em vários aspectos e não precisamos nos revoltar, gritar, fazer barraco ou escândalos para acabar com isso. A mulher só conquistou o espaço que tem hoje porque trabalhou com classe e competência e é isso que deve sr feito para o crescimento ser contínuo.

Mesmo assim, ainda existem mulheres que só fazem cuidar dos filhos, da casa e do marido enquanto o mesmo trabalha. Que mal tem nisso? Eu particularmente, não vejo problema nenhum em tal fato, DESDE QUE, seja com o consentimento de ambos. O que não se pode, é a mulher e até mesmo o homem, trabalhar querendo competir entre os dois, para ver quem ganha mais, enquanto a educação, moral e social dos filhos são postas de lado. E esses, por sua vez, provavelmente serão os futuros partidários de machismo ou feminismo.

A humanidade como um todo, devia trabalhar unida, literalmente, independente de sexo. O que eu não concordo é com o fato da desigualdade social quando se trata da mulher , que muitas vezes desempenha a mesma função do homem e recebe um valor inferior. 

Mas queridos, essa é uma questão burocrática, e de fato, leva tempo até que seja igualada. Logo isso não é parâmetro para radicalizar e levar o machismo ou feminismo como uma religião. É claro que se por um acaso, você queira aderir esses conceitos como sua ideologia, não há problema nenhum. Mas convenhamos que é chato chegar a um objetivo num instante...

Portanto, pense. Opinião é sempre válida. Desde que seja uma opinião. Contudo, ouvir dizer, que é preferível ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.


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