sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A dura tarefa de vencer um chefão no videogame

O que seria do heroi sem o vilão?



Hoje, finalizei o que eu considero o chefão mais difícil que enfrentei em um jogo de videogame. Tá ok, não vou exagerar, pois o problema não foi a dificuldade, o problema real foi a batalha longa que tive que enfrentar para finalmente ver o final do jogo.

Eu acho que vai do gosto de cada um, mas tem gente que prefere chefões fortões, outros preferem com um desafio de quebrar a cuca para derrotá-lo e outros preferem lutas longas. Sem citar os que preferem tudo isso misturado. Mas essas lutas longas, muitas vezes são desumanas. 

Geralmente encontramos essa característica de batalhas em jogos de RPG que são lutas que são divididas em turnos, ou seja, você tem que vencer o mesmo inimigo mais de uma vez. E cada vez que ele volta, requer uma habilidade diferente para superá-lo, pois ele aparece em uma quantidade grande de outras formas. 

É um tal de defende e ataca, troca de arma, troca de poder, usa vida extras para simplesmente ter em um milésimo de segundo ou uma única oportunidade de contra atacá-lo. Em outras palavras, em alguns jogos, chega a acontecer de você receber dezenas de golpes para finalmente conseguir aplicar seu primeiro. Essas sequências tornam tudo muito demorado. 

Mas o que seria de um jogo se não houvesse um chefe final, não é mesmo? Eles são os ápices, então devem mesmo agrupar as características mais complicadas de toda a obra, pois somente assim, poderemos guardar na nossa memória e avaliar o game como sendo o melhor que já jogamos em todos os tempos. 




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