quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Os 10 livros mais vendidos no Brasil em 2013

O Brasil é o nono maior mercado editorial do mundo, com um faturamento de R$ 6,2 bilhões anuais. Em 2013 livros nacionais e internacionais esvaziaram as prateleiras de muitas livrarias e encheram cofres dos autores e editora.

Acreditamos que, se uma determinada obra obteve uma procura muito grande, a qualidade da mesma deve ser boa também.

Então, se você gosta de uma boa leitura, confira essa lista que foi feita pela site Publish News com os 10 livros mais vendidos no Brasil em 2013.


1. Nada a Perder -Volume 2 (Edir Macedo) - 849.600 mil




Segunda parte da biografia que mostra bispo Edir Macedo diante de grandes dilemas pessoais, num mergulho nos subterrâneos da televisão brasileira.


2. Kairós (Padre Marcelo Rossi) - 410. 447 mil




No livro, Padre Marcelo parte da palavra grega kairos, que significa “momento certo”, para falar sobre o tempo de Deus em oposição ao khronos, o tempo cronológico, o tempo dos homens.
O autor selecionou passagens da Bíblia com personagens como Abraão, Moisés, José do Egito, Isaías, Maria, Jó e Zaqueu, que passaram por situações de incompreensão, sofrimento e provação e, mesmo assim, souberam esperar pelo tempo de Deus, pelo seu kairos. Todos eles tiveram as suas vidas transformadas no momento que Deus julgou oportuno. Após cada trecho bíblico citado, reflexões e comentários do Padre Marcelo convidam o leitor a refletir sobre suas próprias angústias e a fortalecer a sua fé.


3. Inferno (Dran Bronw ) - 282.617 mil




Neste novo e fascinante thriller Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em O código Da Vinci, Anjos e demônios e O símbolo perdido.
No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado em uma das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. 


4. A culpa é das estrelas (John Green) -267.435 mil




Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois preenchem o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


5. 50 tons de cinza (E.L. James) - 157.193 mil




Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja - mas em seu próprios termos.


6. Nada a perder (Edir Macedo) - 219.287 mil




Segredos guardados por décadas. Momentos de decisão e descobertas espirituais contadas, com riqueza de detalhes, pelas próprias palavras de um dos principais líderes evangélicos do mundo.
No primeiro volume de sua trilogia de memórias, o bispo Edir Macedo nos surpreende com revelações profundas.


7. 50 tons de liberdade (E.L. James) - 163.188 mil




Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. 


8. 50 tons mais escuros (E.L. James) -157.993 mil




Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir.


9. O silêncio das montanhas (Khaled Hosseini) - 134.473 mil




Dez anos depois do aclamado “O caçador de pipas”, o escritor afegão Khaled Hosseini volta à cena literária com “O silêncio das montanhas”. O romance traz como protagonistas os irmãos Pari e Abdullah, que moram em uma aldeia distante de Cabul, são órfãos de mãe e têm uma forte ligação desde pequenos. Assim como a fábula que abre o livro, as crianças são separadas, marcando o destino de vários personagens. Paralelamente à trama principal, Hosseini narra a história de diversas pessoas que, de alguma forma, se relacionam com os irmãos e sua família, sobre como cuidam uns dos outros e a forma como as escolhas que fazem ressoam através de gerações. Assim como em O caçador de pipas, o autor explora as maneiras como os membros sacrificam-se uns pelos outros, e muitas vezes são surpreendidos pelas ações de pessoas próximas nos momentos mais importantes.


10. 1889 (Lautentino Gomes) - 123.813 mil



Nas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de Quinze de Novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.





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