sábado, 24 de setembro de 2016

Como seria Pokémon Go em 8-bit?

O artista Israel Boschetti, de Florianópolis, decidiu mesclar alguns conceitos e reconstruiu a interface do app de celular Pokémon Go, com a estética e nostalgia dos títulos mais antigos para Game Boy com 8 bits. O resultado você pode ver logo abaixo: 


Tela de times 


Tela de status 


Tela de captura 





E aí, gostaram? Para ver a galeria completa e outros trabalhos do artista, basta clicar aqui


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

7 celebridades que foram vítimas de overdose de medicamentos

A maioria dos casos aqui citados, tem a ver com remédios derivados da morfina, como a codeína, a metadona e a oxicodona e, em menor grau, de calmantes que podem estar no seu armário.

Marilyn Monroe



A morte de Marilyn até hoje é polêmica. Não se sabe se foi suicídio. O que o laudo toxicológico apontou foi a causa: overdose de calmantes, com quantidades enormes do sonífero hidrato de cloral e de pentobarbital, barbitúrico que mais tarde passaria a ser usado em pacientes e animais submetidos à eutanásia e na execução de condenados à pena de morte.
Mesmo que as doses encontradas no corpo da atriz não fossem altas, só a combinação entre o tranquilizante e o sonífero já poderia ser suficiente para matar, uma vez que um potencializa o efeito do outro, levando à parada cardiorrespiratória.

Michael Jackson 



Michael teve parada cardíaca causada por intoxicação aguda de propofol, um anestésico intravenoso aplicado em hospitais apenas por médicos com treinamento em anestesia e reanimação cardiorrespiratória. Os pacientes que recebem a droga devem ser acompanhados 24 horas depois do procedimento. Michael tinha vários frascos em casa e usou uma quantidade suficiente para uma cirurgia de longa duração.
A autópsia revelou também a presença dos ansiolíticos diazepam, princípio ativo do Valium, lorazepam, do Lorax, e midazolam, do Dormonid. Eles favorecem a perda de consciência e podem diminuir a capacidade respiratória se mal administrados.

Heath Ledger



“Olha, vai ficar tudo bem. Eu só preciso dormir um pouco.” Segundo o pai de Heath Ledger, essas foram as últimas palavras do ator ao telefone antes de ir para o quarto tentar descansar. Ledger tinha uma reunião com Steven Spielberg no dia seguinte e queria causar boa impressão.
Mas a ansiedade, o stress do trabalho e uma infecção respiratória estavam tirando seu sono. Ele decidiu resolver esses problemas com oxicodona e hidrocodona, analgésicos da família da morfina, além dos ansiolíticos alprazolam (Frontal), diazepam e temazepam e do antialérgico doxilamina, que tem efeito sedativo potencializado se ingerido com tranquilizantes. Horas depois, Ledger estava morto. A causa: intoxicação acidental de remédios prescritos.

Prince 



Prince morreu por conta do analgésico opioide mais potente que existe, o citrato de fentanila. Ele é cem vezes mais forte que a morfina e 50 vezes mais poderoso que a heroína pura. Conhecida no Brasil e lá fora pelo nome Fentanil, é um remédio de curta duração comercializado em várias versões. A injetável é administrada em hospitais durante o período de anestesia ou para controle da dor depois de cirurgias.
Na forma de comprimidos, é receitada a pacientes com dores severas de câncer que não respondem a outros opioides. A produção clandestina para uso recreativo alimenta um mercado ilegal que tira cada vez mais vidas6. Além de produzir comprimidos que imitam os vendidos em farmácia, mas podem trazer uma concentração perigosamente maior de fentanila, os cartéis têm acrescentado a substância à heroína e vendido essa combinação como uma versão turbinada da droga ilícita.
O agravante é que nem sempre o usuário sabe da presença do aditivo. Como a diferença entre a dose segura da fentanila e a que mata é bem pequena, muitos óbitos de dependentes de heroína têm sido associados a essas variações com remédio junto. Os EUA emitiram em 2015 um alerta para o crescimento alarmante de apreensões de fentanila clandestina e de mortes causadas por ela69. O laudo toxicológico de Prince não dá detalhes sobre a forma de ingestão e a dose administrada. É possível que ele tenha passado a usar opioides nos anos 2000, depois que uma cirurgia no quadril o deixou com dores crônicas.

Anna Nicole Smith



Nenhuma das oito substâncias encontradas no corpo da modelo americana estava acima da dosagem terapêutica, aquela que é considerada segura para a administração. O que a matou foi a combinação delas. A principal foi o hidrato de cloral, a mesma usada no crime conhecido como Boa Noite Cinderela, que estimula o sono.
A droga é segura quando administrada por médicos. Pode inclusive ser aplicada como sedativo leve para crianças que fazem tomografia, já que o exame requer que o paciente fique totalmente imobilizado. Também foram encontrados difenidramina, um antialérgico, pequenas quantidades dos ansiolíticos temazepam, oxazepam, diazepam, nordazepam, lorazepam e clonazepam, princípio ativo do Rivotril.
O filho de Nicole morreu aos 20 anos, cinco meses antes dela, vítima de uma combinação de antidepressivos com metadona, poderoso analgésico da família da morfina receitado para tratar dependentes químicos, especialmente os viciados em heroína.

Jimi Hendrix 



Muita gente pensa que a causa foi overdose de heroína, mas o laudo da autópsia diz: Jimi Hendrix morreu afogado no próprio vômito, provocado por uma intoxicação causada pelo barbitúrico secobarbital, o calmante mais popular da época.
Com alto poder viciante, o remédio virou droga de abuso entre vários famosos. Um ano antes de Hendrix, a atriz e cantora
Judy Garland, a Dorothy do musical O Mágico de Oz, havia sido vítima do excesso da substância, aos 47 anos.

Keith Moon



O baterista do The Who tinha sérios problemas com álcool. Ele estava em tratamento para deixar o copo e tomava clometiazol, sedativo receitado pelo médico para ajudá-lo a vencer as crises de abstinência. Mas Moon não largava a bebida. No dia 7 de agosto de 1978, ele deu uma entrevista ao vivo no programa matinal de TV Good Morning America e chocou o apresentador ao dizer que passava a maior parte do tempo “incrivelmente bêbado”.
Um mês depois, foi encontrado morto com 32 cápsulas do remédio no estômago, após passar a noite em uma festa organizada por Paul McCartney. O caso de Moon levou vários psiquiatras a se posicionar contra a prescrição de clometiazol por longos períodos e para pacientes que não estejam em ambiente hospitalar. É que o remédio vicia e o risco de overdose por excesso ou uso com álcool é enorme.



Conteúdo do livro Tarja Preta, da jornalista Marcia Kedouk




terça-feira, 20 de setembro de 2016

Comprovei que os óculos do Clark Kent não são um disfarce tão ruim assim




Não interpretem mal este texto, pois não estou dizendo que é o melhor disfarce entre os super herois, só estou dizendo que até dá para confundir sim e talvez até você já tenha confundido alguém que utilizava o acessório. 

Indo aos fatos, para quem me conhece pessoalmente sabe que eu uso óculos desde quando eu estava na minha 6ª série (atual 7º ano), então tenho um pouco de propriedade para falar sobre o assunto. 

Não preciso estender muito na minha experiência real de vida, mas se você está acompanhando até aqui e usa óculos, puxe na memória quantas vezes você já teve que responder alguém com a seguinte frase: " Este realmente sou eu, é que nessa foto eu estou sem óculos". Viu, pimba, se já teve que utilizar uma resposta parecida com esta, significa que o disfarce do Superman pode enganar alguém sim. Claro que enganar uma cidade inteira e até mesmo seu grande amor, igual a representação dos quadrinhos,  é um tanto quanto exagerado, mas tá aí uma prova.

Acrescento ainda mais. Se você não acha minha teoria convincente, saiba que pesquisadores da Universidade de Nova Iorque fizeram um estudo para comprovar tudo isso. Não estou mentindo e você pode ver o estudo na íntegra clicando aqui .

O estudo funcionou da seguinte forma: pesquisadores mostravam duas fotos lado a lado por vez para cada um dos 52 participantes, que tinham que responder se as fotografias mostravam, ou não, a mesma pessoa. As imagens comparavam pessoas sem óculos com pessoas sem óculos, pessoas com óculos com pessoas com óculos, e pessoas sem óculos com pessoas com óculos. O pessoal, em geral mandou bem. A média de acertos girava em torno dos 80%. O detalhe é que, quando as fotografias comparavam alguém usando óculos com outra pessoa sem o acessório (exatamente o caso de Clark/Superman), os acertos caiam cerca de 6%. 

Uma queda de seis por cento na performance pode não parecer muita coisa, mas se você considerar o número de pessoas que passam pelo controle de passaportes de um aeroporto todo ano - mais de 100 milhões - 6% significariam 6 milhões de identificações mal feitas. 

Por tanto, da próxima vez que você assistir aos filmes do saudoso heroi e achar um tanto quanto tosco alguém nunca descobrir sua identidade secreta, saiba que aquela pessoa poderia estar na lista dos 6% do estudo citado anteriormente. E sobre mim, não culpo as pessoas por eu não estar com óculos na minha carteira de identidade, mas estar com ele no rosto quando eu preciso ser identificado. 



domingo, 18 de setembro de 2016

A grandiosa Portuguesa chega ao fundo do poço



Eram 24 torcedores rubro-verdes que gastaram 13 horas de viagem para se pendurarem nas grades do estádio Almeidão na cidade de Tombos em Minas Gerais. Dali torceram,  cantaram e xingaram bastante, mas nada adiantou.

A Portuguesa viajou a Minas Gerais fazendo contas, era preciso vencer e torcer contra outros adversários, porém nem precisou da calculadora, pois a Lusa não fez o que lhe cabia. 

A Portuguesa chegou ao fundo do poço do futebol brasileiro ao cair para a série D do Campeonato Brasileiro. Foi o terceiro rebaixamento nacional da Portuguesa em quatro anos: em 2013, caiu da A para a B, em 2014 da B para a C e agora, em 2016, da C para a D. Nesse período, o clube também caiu no Paulistão, da Série A-1 para a A-2. Elite é uma memória quase apagada no Canindé. Afundada em dívidas que não consegue sanar, com seu estádio prestes a ser leiloado e, agora, na última divisão nacional, a Lusa vê seu próprio futuro em xeque.

As dificuldades da Portuguesa são conhecidas há tempos, mas a decadência do clube tem como marco principal o primeiro desta série de rebaixamentos recentes.

Há três anos, a escalação irregular do meia Héverton, na rodada final do Brasileiro, levou a Lusa aos tribunais. A permanência na elite, conquistada em campo, foi desfeita no tapetão.

O que se seguiu foram acusações nunca comprovadas e novas derrotas nos bastidores. Nos gramados, mais vexame.

A diretoria agora terá o restante da temporada para planejar um renascimento da Portuguesa em 2017 e evitar que a equipe inicie 2018 fora de qualquer divisão nacional – o que só será possível se o time conquistar o acesso na Série D.

Parabéns a todos os envolvidos. 



sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Programas clássicos do SBT - Parte 2

Em comemoração aos 35 anos que o SBT fez no mês passado, no começo da semana, postamos a primeira parte do texto que fala um pouco sobre os programas mais clássicos da emissora. 

Essa segunda parte irá apresentar programas mais atuais, mas que não deixam de serem clássicos e que marcaram também a vida de muita gente. 

Se ainda não viu a parte 1, clique aqui. 

1 - Passa ou Repassa



Inspirado no programa norte-americano Double Dare, o Passa ou Repassa estreou no SBT em 1987. No programa, dois times de pessoas participam de um quiz com perguntas e respostas sobre conhecimentos gerais,  realiza-se também provas no palco e as equipes  são formadas em sua maioria por crianças e jovens. 
O quadro mais famoso do programa é o torta na cara, no qual dois participantes, um de cada equipe devem responder uma pergunta, quem apertar um botão primeiro, responde. Se acertar, manda uma torta de chantili no rosto do adversário. Se responder errado, ele mesmo leva a "tortada". 
Atualmente o Passa ou Repassa é apenas um quadro no programa Domingo Legal apresentado por Celso Portiolli. 

2 - Fantasia



O programa passou por 4 fases distintas, mas a que fez mais sucesso tinha quatro apresentadoras que alternavam no comando das brincadeiras e conversavam com os espectadores que participavam de diversos jogos por telefone. 
O programa durou até 2008 e alavancou a carreira de várias modelos que passaram por lá. Umas viraram cantoras, outras atrizes, jornalista e etc. 

3 - Qual é a Música?



Qual é a Música?  promovia no palco uma gincana musical com a presença de três artistas do sexo feminino e três do sexo masculino. Ao longo do programa, ambos os trios demonstram seu conhecimento musical em uma série de provas. Quando eles não sabem a música quem participa é o auditório que canta e ainda sai com um prêmio em dinheiro do programa. Como a música é uma das estrelas, o "Qual é a Música?" contava com uma orquestra ao vivo no palco com a presença do coral do SBT e de dubladores.

4 - Cinema em Casa



Cinema em Casa era uma sessão de filmes exibida nas tardes do SBT até o ano de 2010, nos moldes da Sessão da Tarde da Globo. Divertiu por muitos anos, mas devido a falta de audiência foi substituída pelas tardes de novelas da emissora.  

5 - Programa do Ratinho



No ar desde 1998, o programa do Ratinho mistura um conteúdo popular, com música informação, entrevistas, brincadeiras, humor, diversão e as principais notícias do Brasil e do mundo. Além disso, misturavam-se reportagens informativas (denúncias, debates, flagrantes, prestação de serviço, utilidade pública, explicações de problemas populares) com apelações puras (exibição de portadores de doenças graves, alongamento de pênis, estimulantes sexuais, problemas conjugais, crimes hediondos, matérias variadas abordando o sobrenatural, religião, espiritualidade, crenças, assuntos fortes e polêmicos, etc.), assim como há também a promoção do reencontro de parentes que não se vêem há décadas e os conhecidos testes de DNA, onde as pessoas brigam para provar ou confirmar a paternidade. 

6 - A Praça É Nossa



Reunindo um cenário simples e ao mesmo tempo muito prático, A Praça é Nossa nada mais é que um senhor sentado num banco de uma praça por onde passam vários personagens que representam o cotidiano em situação cômica. Apesar de simples, o programa sempre se destacou  pela diversificação em seu humor. 

7 - Chaves e Chapolin



Chaves e Chapolin dispensam comentários. Desde sua estreia até os dias de hoje ainda é a "menina dos olhos da emissora", onde sempre que precisa de um programa para ocupar algum espaço vago ou garantir alguns pontinhos de ibope, Chaves ou Chapolin são chamados para ocupar o lugar. 
Ambos interpretados por Roberto Gomez Bolaños traz um humor sem apelação que ainda atrai adultos e crianças.

8 - Show do Milhão



É um programa de perguntas e respostas que concede um prêmio máximo de 1 milhão de reais. O programa consistia em três rodadas e uma pergunta final: a primeira continha 5 perguntas, cada uma valendo mil reais cumulativos. A segunda, de 5 perguntas valendo R$ 10 mil cumulativos cada. A terceira, de 5 perguntas de R$100 mil reais cumulativos cada. A última pergunta valia R$ 1 milhão.

10 - Hebe



No programa, Hebe Camargo recebia em seu sofá grandes nomes do mundo dos artistas, políticos e personalidades internacionais. 

11 - Tentação



O programa reunia 60 clientes das lojas do Baú da Felicidade que estavam em dia com o pagamento do carnê de mercadorias do Baú. Durante o programa os clientes participavam de brincadeiras valendo prêmios, geralmente eletrodomésticos e eletro-eletrônicos. No programa de perguntas e respostas há 3 vitrines, em cada uma deles havia uma resposta.
No final do programa, os participantes que permaneciam no palco retiravam maçãs, sendo que em apenas uma havia a flor, e nas outras nada, os participantes que pegavam a maçã vazia ganhavam mil reais em barras de ouro. O que conseguia a maçã com a flor, ia para a final, participando do jogo do xis com chance de ganhar um carro 0km. 

12 - Casa dos Artistas



A Casa dos Artistas reuniu em uma casa vários famosos que ficavam confinados por vários dias em uma casa disputando um prêmio principal. Os participantes tinham como objetivo permanecer na casa até o último dia, quando a audiência escolheria por meio de voto por telefone que seria o grande vencedor. 
A Casa dos Artistas não foi nada mais nada menos do que um Big Brother com artistas e celebridades, mas que em sua primeira temporada obteve um sucesso estrondoso. 

13 - Domingo Legal



No ar desde 1993, o programa mescla informações entretenimento, diversão, emoção, humor, atrações musicais, entrevistas e games.
Durante muito tempo foi comandado pelo apresentador Gugu Liberato e logo se tornou um dos mais assistidos do SBT e conseguiu rápida identificação do público. 
Desde 2009 quem comanda o programa é Celso Portiolli que deu um novo ritmo à atração, mas ainda continua animando os telespectadores.